Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso
 
 
 
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MÍDIA E MEDIAÇÕES SOCIOCULTURAIS
Muniz Sodré
Professor emérito da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde há mais de três decadas ministra disciplinas de Graduação (Texto Jornalístico, Jornalismo Político, Projetos Experimentais) e de Pós-Graduação (Teoria da Comunicação e da Cultura), além de ter exercido funções de administração acadêmica, tais como direção da Escola, chefia de departamento, coordenação de Pós e outras. Seu interesse teórico centra-se na produção da cultura, tanto em nível industrial - isto é, o que se produz no campo tradicionalmente abarcado pelo nome, já algo defasado, de indústria cultural, ou simplesmente "mídia" - quanto no nível das expressões simbólicas de origem popular. É membro de várias associações científicas, dentre as quais a Association Internationale des Sociologues de Langue Française (sede em Toulouse, França). Foi Presidente da Fundação Biblioteca Nacional de 2005 a 2011. Na Escola de Comunicação, é membro do Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC), que trabalha as questões da comunidade e das possibilidades de uma comunicação alternativa. Tem mais de 30 livros publicados, sendo o mais recente A Ciência do Comum: notas para o método comunicacional (Petrópolis: Vozes, 2014). Alguns de meus livros são traduzidos em países como Itália, Bélgica, Espanha, Cuba e Argentina. Ao lado disso, é ficcionista, comentarista do Observatório da Imprensa, professor visitante de várias universidades estrangeiras e pesquisador 1A do CNPq. 
PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS:
SODRÉ, Muniz. Literatura de Vigilância. Revista Latinoamericana de Ciencias de La Comunicación, v. 13, p. 32-37, 2017.

SODRÉ, Muniz. Um novo sistema de inteligibilidade. Questões Transversais - Revista de Epistemologias da Comunicação, v. 1, p. 66-73, 2013.

SODRÉ, Muniz. Comunicação: um campo em apuros teóricos. Matrizes (USP. Impresso), v. 5, p. 11-27, 2012.

SODRÉ, Muniz. Financeirização do mundo e educação. I/C (Sevilla), v. 9, p. 49-60, 2012.

SODRÉ, Muniz. Jornalismo como campo de pesquisa. Brazilian Journalism Research (Online), v. 6, p. 7-15, 2010.

SODRÉ, Muniz. Sobre a identidade brasileira. I/C (Sevilla), v. 1, p. 321, 2010.

SODRÉ, Muniz. A tecnologia, a informação e o comum. Alceu (PUCRJ), v. 1, p. 16-24, 2010.

SODRÉ, Muniz; PAIVA, Raquel. Telenovela: uma semiose híbrida. Galáxia (PUCSP), v. 15, p. 29-38, 2008.

PAIVA, Raquel; SODRÉ, Muniz; NÓRA, Gabriela; SOUZA, Jean. A representação do feminino nas eleições de 2006. Lumina, v. 1, p. 2, 2008.

SODRÉ, Muniz. Sobre a episteme comunicacional. Matrizes (USP. Impresso), v. 1, p. 15-26, 2007.
PROJETO DE PESQUISA:
Comunicação: a lógica da diversidade

Descrição
Este projeto sucede uma longa pesquisa comunicacional sobre o fenômeno da educação (que resultou no livro Reinventando a educação - diversidade, descolonização e redes, publicado pela Editora Vozes, 2012), seguida de outra sobre a possibilidade de uma metodologia comunicacional. Esta última expressão significa uma abordagem plural cultural, cognitiva, pedagógica, tecnológica e econômica sobre o objeto, que vai da diversidade cultural às tecnologias da comunicação. Em nossa perspectiva teórica, o caminho acadêmico da comunicação não se confina à pura descrição de processos tecnológicos nem ao ensino desses processos, pois inclui necessariamente a educação social para a mutação por eles desencadeada, o que implica um pensamento novo para a diversidade tecnológica e cultural. Mantemo-nos no interior de uma tradição crítica, representada, por exemplo, pela constatação de Hannah Arendt de que os indivíduos podem continuar a aprender até o fim da vida sem, no entanto, jamais se educar. Entendemos a advertência da pensadora como uma afirmação de que o processo educacional é algo maior do que a assimilação do conhecimento necessário à vida profissional. No caso da educação para a comunicação, o conhecimento demanda - ao lado de uma sistematização cognitiva - uma compreensão da diversidade cultural cada vez mais rica no contexto da globalização turbocapitalista (para se obter uma perspectiva mais ampla e uma melhor avaliação das alteridades). É uma mutação que incita ao diálogo das culturas: a escrita se obriga a dialogar com a oralidade e a sonoridade musical, que advêm tanto das classes populares quanto do audiovisual e do digital. Aquilo de que efetivamente é enfocado é a promoção da interface da tradição com o moderno. Para tanto, impõe-se a busca de uma lógica da diversidade, que pode partir da problemática (teoria e prática) historicamente sugerida pelo campo comunicacional. Sublinho que este projeto de pesquisa está sendo desenvolvido no grupo de pesquisa LECC-PPGCOM/UFRJ e está vinculado a linha de pesquisa Mídia e Mediações Socioculturais.

 

CURRÍCULO LATTES
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sodremuniz@hotmail.com
Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso - Histórico
REVISTA ECO-PÓS
v.20, n.2 (2017)
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