Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso
 
 
 
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MÍDIA E MEDIAÇÕES SOCIOCULTURAIS
Micael Herschmann
Possui graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (em 1989), mestrado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (em 1993) e doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (em 1998). Realizou ainda três estágios pós-doutorais: um em Comunicação na Universidade Complutense de Madri (em 2006), outro em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (em 2014) e outro em Ciências Sociais pela CLACSO (em 2015). Atualmente é pesquisador 1D do CNPq; Professor Associado IV da linha de pesquisa Mídia e Mediações Socioculturais do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ (avaliado com conceito 6 pela CAPES); coordenador do Núcleo de Estudos e Projetos em Comunicação vinculado ao PPGCOM da UFRJ (líder deste grupo de pesquisa, fundado em 1992); coordenador do GT de Estudos de Som e Música da COMPÓS; Coordenador do Programa de Pós-Graduação da ECO/UFRJ; e vem desenvolvendo a investigação intitulada "Cidades Musicais do Estado do Rio de Janeiro" (com apoio do CNPq). Vem trabalhando nos últimos anos com os seguintes tópicos: comunicação, cultura urbana, cidades criativas, estudos som e música, juventude, espacialidade e políticas públicas. É autor de vários ensaios, coletâneas e livros (elaborados individualmente e em parceria), dentre os mais recentes destacam-se as seguintes publicações: Música nas ruas do Rio de Janeiro (Ed. INTERCOM, 2014); Entretenimento, Felicidade e Memória (Anadarco Ed., 2012); Comunicações e Territorialidades - Rio de Janeiro em cena (Anadarco Ed., 2012); Nas bordas e fora do mainstream musical (Ed. Estação das Letras e das Cores, 2011); Indústria da Música em Transição (Ed. Estação das Letras e das Cores, 2010); Comunicação e História - interfaces e novas abordagens (Ed. Mauad X, 2008); Lapa, cidade da música (Ed. Mauad X, 2007); Novos Rumos da Cultura da Mídia (Ed. Mauad X, 2007); Comunicação, Cultura e Consumo (Ed. E-Papers, 2005), Mídia, Memória & Celebridades (Ed. E-Papers, 2003), O funk e o hip-hop invadem a cena (Ed. UFRJ, 2000) e Linguagens da Violência (Ed. Rocco, 2000).
PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS:
HERSCHMANN, M.; FERNANDES, C.S. Relevância da cultura de rua no Rio de Janeiro em um contexto de valorização dos megaeventos. Interin (UTP), v. 21, p. 3-21, 2016.

HERSCHMANN, M.; CABANZO, Maria Pilar. Contribuições do grupo musical Songoro Cosongo para o crescimento do carnaval de rua e das fanfarras cariocas no início do século XXI. Lumina (Juiz de Fora), v. 10, p. 1-16, 2016.

HERSCHMANN, M.; FERNANDES, C.S. Comunicação, Música e Territorialidades: repensando a relevância das Cidades Musicais do Rio de Janeiro. Logos (Rio de Janeiro. Online), v. 23, p. 6-19, 2016.

FERNANDES, C.S.; TROTTA, F. ; HERSCHMANN, M. Não pode tocar aqui!? Territorialidades sônico-musicais cariocas produzindo tensões e aproximações envolvendo diferentes segmentos sociais. E-Compós (Brasília), v. 1, p. 1-15, 2015.

HERSCHMANN, M.; FERNANDES, C.S. Usos da cartografia nos estudos de comunicação e música. Revista Fronteiras (Online), v. 17, p. 290-301, 2015.

HERSCHMANN, M. Construindo uma cena musical independente em Niterói no início do século XXI: o estudo de caso dos coletivos Araribóia Rock e Ponte Plural. E-Compós (Brasília), v. 17, p. 1-20, 2014.

HERSCHMANN, M. Ambulantes e prontos para a rua: algumas considerações sobre o crescimento das (neo) fanfarras no Rio de Janeiro. Logos (Rio de Janeiro. Online), v. 2, p. 1-19, 2014.

HERSCHMANN, M.; FERNANDES, C.S. La interculturalidad en los estudios culturales latinoamericanos. Telos (Madrid), v. 94, p. 1-10, 2013.

HERSCHMANN, M.. Carência de dados e desafios metodológicos para o desenvolvimento dos estudos da indústria da música. Revista FAMECOS (Online), v. 20, p. 131-146, 2013.

HERSCHMANN, M.; PERGORARO, E.; FERNANDES, C.S. Steampunk e retrofuturismo: reflexos de inquietações sociotemporais contemporâneas. Comunicacao, Midia e Consumo, v. 10, p. 209-228, 2013.
PROJETO DE PESQUISA:
Cidades Musicais do Estado do Rio de Janeiro: repensando as dinâmicas sócio-comunicacionais e os desafios enfrentados em Rio das Ostras, Conservatória e na Cidade do Rio.

Descrição
Em linhas gerais, nesta investigação, a partir dos estudos de caso das cidades de Rio das Ostras, Conservatória e Rio de Janeiro, busca-se avaliar a importância das atividades musicais realizadas ao vivo e nos espaços públicos e privados por artistas, coletivos e/ou redes sociais – na forma de concertos, blocos, rodas ou jam sessions – para a ressignificação destas urbes do Estado do Rio de Janeiro, isto é, busca-se analisar sua capacidade em converter estes territórios em espaços mais democráticos (com melhores níveis de inclusão e participação social) e com dinâmicas mais interculturais. Parte-se do pressuposto de que há uma “cultura musical” nestas localidades, praticada por diversos atores (a grande maioria engajados) é que é capaz de criar condições não só para a ampliação da sociabilidade, mas também para a ressignificação inovadora dos espaços dessas cidades. Evidentemente, estas urbes possuem também um número consistente de atividades musicais que são programadas para serem realizadas em espaços privados e essas têm uma função importante na construção de um imaginário urbano e “territorialidades” e sociabilidades que gravitam em torno da música. A hipótese central deste projeto é a de que existiriam “cidades musicais” pelo Brasil e pelo mundo (evidentemente, que com suas respectivas e relevantes singularidades), tais como as três cidades que serão pesquisadas no âmbito deste projeto. Um pouco distinto da noção de cidades musicais (como modalidade de “cidade criativa”), tal como foi formulada pela UNESCO, emprega-se este conceito para designar localidades que possuem “territorialidades sônico-musicais” significativas que pela ação do tempo promovem expressivas modificações no imaginário e cotidiano urbano. Ou seja, essas “territorialidades” – pela recorrência da sua presença, intensidade dos afetos, enorme mobilização, pluralidade e pela sua multiplicação em diversas áreas – acabam produzindo efeitos significativos em partes da cidade ou na urbe como um todo. Com esta pesquisa visa-se também subsidiar a reconstrução de uma agenda de políticas públicas (com foco na área cultural) mais democrática, colaborando assim, entre outras coisas, para o fomento da diversidade cultural regional e para o Desenvolvimento Local do Rio de Janeiro (mais equilibrado e sustentável deste território). Parte-se da premissa de que o campo da comunicação tem uma importante contribuição a dar neste momento, isto é, pode subsidiar com suas reflexões a construção de estratégias que auxiliem os atores locais a ressignificar o Estado do Rio de Janeiro. Esta investigação vem sendo realizada no Núcleo de Estudos e Projetos em Comunicação (NEPCOM) e está vinculada a linha de pesquisa intitulada Mídia e Mediações Socioculturais, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da ECO/UFRJ.

 

CURRÍCULO LATTES
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micaelmh@globo.com
Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso - Histórico
REVISTA ECO-PÓS
v.20, n.2 (2017)
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