Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso
 
 
 
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MÍDIA E MEDIAÇÕES SOCIOCULTURAIS
Marialva Carlos Barbosa
Professora Titular de Jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professora titular de jornalismo aposentada da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde atuou de 1979 a 2010. Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense (1976), mestrado em História pela Universidade Federal Fluminense (1992) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense (1996). Possui pós-doutorado em comunicação (1999) pelo LAIOS-CNRS, Paris - França. Diretora Científica da INTERCOM de 2009 a 2011, foi também Vice-Presidente da INTERCOM (2011-2104) e atualmente é Presidente da Intercom (2014-2017). Seu livro História Cultural da Imprensa - Brasil 1900-2000 foi ganhador da Medalha Carlos Eduardo Lins e Silva, outorgada pela Intercom, em 2007 às mais representativas publicações lançadas em 2007. Ganhou o prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação, categoria Maturidade Acadêmica, em 2008, "pelo conjunto da obra constituída por estudos relevantes, nacionalmente reconhecidos na área de Comunicação". Foi a primeira Cientista do Nosso Estado da área de Comunicação pela FAPERJ. Possui dezenas de artigos em revistas nacionais e internacionais. Pesquisadora 1D do CNPq, dedica-se às pesquisas que fazem a interconexão entre história e comunicação. Possui mais de vinte livros publicados, entre autorais e coletâneas. Entre os mais recentes, destacam-se História da Comunicação no Brasil (Editora Vozes, 2013), Escravos e o mundo da comunicação: oralidade, leitura e escrita no século XIX (Editora MauadX, 2016) e A history of the press in the portuguese speaking countries (Media XXI, 2014), esta coletânea é o primeiro livro em inglês sobre a história da imprensa lusófona. 
PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS:
SENDAS, Phillippe ; BARBOSA, Marialva Carlos. História Oral e memória na Amazônia: o fenômeno Chupa-Chupa. Revista Eletrônica do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano, v. 8, p. 45-58, 2016.

BARBOSA, Marialva Carlos; GARCIA RAMIREZ, Diego. Historias de la television en Colombia: vacios y desafios. Comunicación y Sociedad (Guadalajara), v. 26, p. 95-121, 2016.

BARBOSA, Marialva Carlos. Meios de comunicação: lugar de memória ou na história?. Contracampo, v. 35, p. 7-26, 2016.

BARBOSA, Marialva Carlos. Para una historia cultural latinoamericana de los medios de comunicación. Cuadernos de la Red de Historia de los Medios, v. 4, p. 15-33, 2016.

BARBOSA, Marialva Carlos. 1968 e a multidão como massa: televisão e imagens políticas da memória e do esquecimento. Galáxia (PUCSP), v. 29, p. 57-69, 2015.

BARBOSA, Marialva Carlos. Comunicação: a ciência do século XXI. Matrizes (Online), v. 9, p. 267-271, 2015.

BARBOSA, Marialva Carlos. Comunicação e Usos do Passado. Logos (UERJ. Impresso), v. 22, p. 154-162, 2015.

BARBOSA, Marialva Carlos. Imprensa e Golpe de 1964: entre o silêncio e as rememorações de fatias do passado. Estudos em Jornalismo e Mídia (UFSC), v. 11, p. 7-20, 2014.

BARBOSA, Marialva Carlos. Imprensa e ditadura: do esquecimento à produção de imagens sínteses. Revista Brasileira de História da Mídia, v. 3, p. 11-20, 2014.

PROJETO DE PESQUISA:
Os manuscritos do Brasil: análise histórica de um capítulo esquecido da história da comunicação no Brasil

Descrição
O projeto de pesquisa pretende mostrar como a construção do que chamamos de ordem comunicativa manuscrita ocorreu como uma espécie de interregno do mundo do jornalismo que se transformou (em função das novas tecnologias que permitiram a explosão da palavra impressa em todo o mundo) Território nacional a partir de 1822) e as práticas de um mundo oral que determinariam a característica mais marcante da história da comunicação no Brasil. O desejo de jornalismo, juntamente com inúmeros periódicos impressos que começaram a ser publicados em todas as principais cidades do país no século XIX, também proliferaram jornais manuscritos de todas as ordens, formatos e intenções. O objetivo é, portanto, recuperar essas revistas efêmeras e duradouras (como uma rede de textos) e, sobretudo, mostrar como através de uma metodologia de pesquisa específica, voltada para a recuperação de vestígios e indicações do que existia no passado, pode-se reinterpretar uma história que parecia sedimentada, mas que nunca se referia aos jornais manuscritos do Brasil.

 

CURRÍCULO LATTES
EMAIL:
marialva153@gmail.com
Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso - Histórico
REVISTA ECO-PÓS
v.20, n.2 (2017)
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