Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso
 
 
 
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MÍDIA E MEDIAÇÕES SOCIOCULTURAIS
Eduardo Granja Coutinho
Graduou-se em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990). Possui título de mestre e doutor em Teoria da Comunicação e da Cultura também pela ECO/UFRJ (1994 e 1999). Fez pós-doutorado na Università della Calabria com o apoio da CAPES (2015). Foi bolsista recém-doutor junto ao Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (2000-2002). Atualmente é professor associado do Departamento de Fundamentos da Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seus temas de interesse transitam entre as áreas da Teoria da Comunicação e da Cultura Brasileira. Publicou três livros individuais: "Velhas histórias, memórias futuras: o sentido da tradição em Paulinho da Viola" (Editora UFRJ, 2011); "Os cronistas de Momo: imprensa e carnaval na Primeira República" (Editora UFRJ, 2006) e "A comunicação do oprimido e outros ensaios" (Mórula, 2014). Organizou cinco coletâneas, entre elas: "Letra impressa: comunicação, cultura e sociedade" (Editora UFRJ, 2008). 
PUBLICAÇÕES DISPONÍVEIS:
COUTINHO, E. G. Hegemonia e linguagem: clichês midiáticos e filosofia das massas. Avatares de la comunication y la cultura, v. 1, p. 82-92, 2012.

COUTINHO, E. G.; LEAL, C. S. Reificação e hegemonia: uma aproximação. Revista Novos Rumos, v. 49, p. 107-116, 2012.

COUTINHO, E. G. "Cala a boca, Galvão!": hegemonia, linguagem e filosofia e espontânea das massas. Lumina (UFJF. Online), v. 5, p. 1-15, 2011.

COUTINHO, E. G. Letras e tretas: a crônica da fuzarca. Revista Interfaces (UFRJ), v. 2, p. 26-37, 2008.

COUTINHO, E. G.; PAIVA, R. Escola Popular de Comunicação Crítica. E-Compós (Brasília), v. 8, p. 8, 2007.

COUTINHO, E. G. Sobre a crônica carnavalesca. Lumina, v. 7, p. 1-15, 2006.
PROJETO DE PESQUISA:
O Império da Paixão: mídia, mito e política

Descrição
Na sociedade contemporânea, midiaticamente administrada, os senhores da indústria talvez não tenham lido Maquiavel, mas conhecem muito bem o seu ensinamento, e não deixam de manter o povo ocupado com festas, megaeventos, espetáculos esportivos e guerreiros, nos quais não faltam sensação, paixão e vertigem. Como em outras épocas, os atuais espetáculos do poder - pense-se, por exemplo, no futebol, nas novelas, nos telejornais -, envolvem catarse e reforçam sentimentos a serem orientados politicamente para a manutenção da ordem. Daí a grande eficácia do atual circo eletrônico como instrumento de hegemonia. Nele, são criados os mitos que açulam a paixão das massas, induzem correntes de opinião atuam sobre a vontade popular. Neste circo é encenado um certo tipo de drama que se coloca como um simulacro do drama da história e das contradições políticas reais, de modo a impedir qualquer reflexão das massas sobre sua própria condição. Nesses espetácuos, o interesse do público é desviado: de parte em causa, ele se torna mero espectador de uma luta de gladiadores, que aguarda os "belos golpes" em si e por si: a política, a literatura, a ciência são degradadas a competição esportiva.

 

CURRÍCULO LATTES
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Eco.Pós - Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ - O Curso - Histórico
REVISTA ECO-PÓS
v.21, n.03 (2018)
Racismo
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