Núcleos de Pesquisa

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CIBERIDEA
CIEC
ETHOS
IDEA

LECC
NEPCOM
N-IMAGEM
PACC

 

CIBERIDEA - Núcleo de Pesquisa em Tecnologias da Comunicação, Cultura e Subjetividade
 

O CiberIdea tem como foco privilegiado de investigação as mudanças culturais incitadas pelas novas tecnologias de comunicação e de informação, bem como suas implicações para a constituição e transformação da subjetividade contemporânea. Dada a natureza de seu objeto de investigação, as pesquisas do Ciberidea envolvem o entrecruzamento das disciplinas Comunicação, Filosofia e Psicologia. No âmbito institucional, as pesquisas do núcleo visam a consolidação de parcerias entre diferentes unidades da UFRJ, como a Escola de Comunicação e o Instituto de Psicologia. O Núcleo investe fortemente nas atividades de ensino, orientação e pesquisa, visando a formação de alunos de graduação e de pós-graduação das referidas unidades da UFRJ.

Coordenadores:
Fernanda Bruno - bruno.fernanda@gmail.com
Henrique Antoun - henrique.antoun@gmail.com
Paulo Vaz - paulorgvaz@uol.com.br

Pesquisadores:
Luiz Alberto Oliveira
Rosa Pedro
Ieda Tucherman - iedatucherman@gmail.com

Projetos de pesquisa em andamento:

Visibilidade, vigilância e subjetividade nas novas tecnologias de comunicação
Coordenação: Fernanda Bruno. Apoio: CNPq. Sítio eletrônico: http://dispositivodevisibilidade.blogspot.com/

Mobilidade, Mediação e Governabilidade: O problema da democracia na cibercultura
Coordenação: Henrique Antoun. Apoio: CNPq

O discurso do risco na mídia: a cobertura jornalística dos distúrbios alimentares e da prisão
Coordenação: Henrique Antoun. Apoio: CNPq

Contato: 3873-5072

CIEC - Coordenação Interdisciplinar de Estudos Contemporâneos
 

A Coordenação Interdisciplinar de Estudos Contemporâneos— CIEC — é um núcleo de pesquisa vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Escola de Comunicação da UFRJ. Nossas pesquisas, em toda a sua diversidade, têm uma preocupação comum que a expressão "estudos contemporâneos" busca indicar. Num sentido mais imediato de "contemporâneo", tratamos de temas do presente, mas não só porque constituem a atualidade e caracterizam o nosso tempo. Os trabalhos também buscam recortes, métodos e olhares para explorar intensidades particulares desse presente e que poderiam mesmo em alguma medida transformá-lo. Assim, práticas sociais, culturais e políticas de contestação e criação costumam ser alvos comuns de interesse. 
            No quadro de nossas três linhas de pesquisa — Cultura e identidade, Estudos da cidade e da comunicação, Imagem, estética e poderes  — temos privilegiado os temas: fronteiras culturais no meio heterogêneo das cidades e na experiência nacional; práticas comunicativas no espaço urbano; identidades, subjetividades e relações de poder no contexto do mundo globalizado; políticas e poéticas da imagem; produção comunicativa contemporânea e a sua crítica.    
            Nossa atuação consiste na implementação de pesquisas, formação de pesquisadores e estabelecimento de cooperação acadêmica entre pesquisadores e instituições nacionais e internacionais.

Coordenadora
Janice Caiafa

Vice-coordenadora
Ilana Strozenberg

Pesquisadores
Consuelo Lins  (Escola de Comunicação, UFRJ)
Ilana Strozenberg (Escola de Comunicação, UFRJ)
Isabel Travancas (Escola de Comunicação, UFRJ)
Ivana Bentes  (Escola de Comunicação, UFRJ)
Janice Caiafa (Escola de Comunicação, UFRJ)
Liv Sovik (Escola de Comunicação, UFRJ)
Marta Pinheiro  (Escola de Comunicação, UFRJ)
Patrícia Burrowes (Escola de Comunicação, UFRJ)
Renzo Taddei (Escola de Comunicação, UFRJ) 

Pesquisadores Associados
Fernanda Martinelli (Faculdade de Comunicação, UnB)
Fernando do Nascimento Gonçalves (Faculdade de Comunicação Social, UERJ)
Lucia Santa Cruz (pesquisadora independente)
Marcia Contins (Departamento de Ciências Sociais, UERJ)
Maria Cristina Franco Ferraz (Instituto de Artes e Comunicação Social, UFF)
Rejane Moreira  (Comunicação Social, UFRRJ)
Virgínia Kastrup (Instituto de Psicologia, UFRJ) 

Linhas de pesquisa
1. Cultura e Identidade
Coordenação: Ilana Strozenberg

2. Estudos da Cidade e da Comunicação
Coordenação: Janice Caiafa

3. Imagem, Estética e Poderes
Coordenação: Ivana Bentes

Percurso
O CIEC foi criado em 1986 pela Prof. Heloísa Buarque de Hollanda e seu objetivo inicial era documentar e analisar a produção cultural contemporânea, com ênfase no caso  brasileiro. Muitas pesquisas e exposições foram realizadas no âmbito dessa diretriz, algumas registradas nas publicações do núcleo. Ao longo dos anos, o CIEC mudou a ênfase de seu trabalho de pesquisa, passando a privilegiar, num certo momento, a linha de estudos culturais e, mais recentemente, recuperando a noção de contemporâneo. Os estudos de mídia, de identidade cultural e etnicidade figuram desde o início da implementação do núcleo e já há vários anos se acrescentaram os estudos da cidade, da tecnologia, da imagem e da globalização.
            O CIEC tem mantido relações institucionais para troca de experiência de pesquisa com diversos núcleos e grupos, entre os quais o PACC (Programa Avançado de Cultura Contemporânea), ligado ao Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, o NUCC (Núcleo de Cognição e Coletivos), do Instituto de Psicologia da UFRJ, e o CAC, (Grupo de Pesquisa Comunicação, Arte e Cidade), da Faculdade de Comunicação Social da UERJ.

Publicações
Papeis Avulsos
Documentos
Quase Catálogo

Obs: O acervo de publicações do CIEC se encontra provisoriamente alojado nas dependências do PACC até que possamos planejar um outro local em que ele se torne novamente disponível para consulta.

O CIEC funciona na sala 101 da Escola de Comunicação, Campus da Praia Vermelha, UFRJ

ETHOS - Núcleo de Pesquisa sobre Comunicação, Comportamento e Estratégias Corporais
 

O núcleo de pesquisa ETHOS – Comunicação, Comportamento e Estratégias Corporais, recentemente criado na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro pelos professores/pesquisadores Nízia Villaça, Ester Kosovski e Frederico de Góes, se constitui como lugar de reflexão sobre o imaginário do corpo e suas estratégias no cenário contemporâneo espetacularizado pela multiplicação acelerada das imagens e virtualizado pelo avanço da tecnociência.
      
O interesse central dos questionamentos é pensar as redemarcações dos espaços doméstico e público, os processos de subjetivação, os laços de solidariedade social que se inventam e configuram no cotidiano, através de olhar construído nos limites do campo comunicacional com disciplinas como a Ética, a Filosofia, a Estética, a Psicologia, a Antropologia, a Sociologia e Comunicação Social.

Objetivos
As atividades do Núcleo serão executadas por pesquisadores da UFRJ e de outras universidades e instituições nacionais e estrangeiras, e por pesquisadores visitantes.

O ETHOS teve seu ponto de partida no trabalho de ensino e pesquisa que vem sendo realizado na pós-graduação (Mestrado e Doutorado) e nos cursos de graduação da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO/UFRJ). Sua meta é realizar trabalhos de integração entre estudantes de diferentes níveis, uma vez que também propicia a alunos e pesquisadores da pós-graduação a oportunidade de um exercício didático nas turmas de graduação.

Os três Coordenadores, respectivamente Nizia Villaça, Ester Kosovski e Frederico de Góes, de há muito desenvolvem trabalho integrado, já tendo mesmo, publicado em colaboração. No momento, Nizia Villaça e Frederico de Góes se dedicam à pesquisa e ensino sobre os discursos do Corpo e a Moda como estratégia, temas para os quais a pesquisa da Professora Ester Kosovski, com sua experiência sobre Ética, comportamentos desviantes e a questão do estigma, é de valiosa importância no sentido da leitura da dinâmica que reveste e transforma estes fenômenos no contemporâneo.

Tais estudos articulam-se com as linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação da ECO/UFRJ, que vem se desenvolvendo em torno da produção das novas subjetividades no campo da Literatura e da Mídia em geral, sobretudo face à crise dos fundamentos que orientaram o projeto moderno, redimensionando o lugar da verdade, da ética e da estética, a partir das transformações das categorias de espaço e tempo no horizonte dos avanços tecnológicos.

As atividades serão, então pensadas numa visão multi e transdisciplinar, de modo a produzir e divulgar saberes não compartimentados através de cursos, seminários, conferências, eventos multimidiáticos e publicações.

Linhas de Pesquisa
- A Est-ética da Moda  e o imaginário das tribos.
- A produção do corpo nas mídias: texto e imagem
- Comunicação, comportamento e vida urbana
- Corpo, arte, cultura e tecnologia
- Discurso corporal e suas estratégias: gênero, etnia e faixa etária
- Processos de subjetivação no contemporâneo: tendências narrativas
- Brasil: identidade e consum

Coordenadora:
Nízia Villaça - nmvillaca@uol.com.br

Pesquisadores
Ester Kosovski (Comunicação/UFRJ)
Frederico de Góes (Letras/UFRJ)
Káthia Castilho Cunha (Prof. USP)
Rita Andrade (Anhembi Morumbi/Moda)
Mônica Moura (Anhembi Morumbi/Moda)
Regina Andrade (Ciência da Arte/UFF)
Ângela M. Dias de Brito Gomes (Prof. UFF)
João Batista de Macedo Freire Filho (ECO/UFRJ) - joaofreirefilho@gmail.com
Carlos Moreno (Jornalismo/UFRJ)
João Maia (Teoria da Comunicação/UERJ)
Denise Jorge Trindade (Comunicação/UNESA)
Larissa Grandi (Doutoranda ECO/UFRJ)
Regina Machado (Doutoranda ECO/UFRJ)

Contato: 3873-5050

Página: http://www.grupoethos.net

IDEA - Laboratório de História dos Sistemas de Pensamento
 

Criado em 1981, tem como meta teórica a discussão e a investigação da comunicação como fator agenciador da cultura contemporânea e dispositivo central da transdisciplinaridade, a crise dos fundamentos nos séculos XIX e XX, e a questão dos modernos Sistemas de Pensamento. Esses estudos integram a linha de pesquisa Comunicação e Sistemas de Pensamento, investigando as relações entre sujeito, verdade, espaço e tempo que, qualificadas pelas determinações cognitivas da percepção, da memória, do pensamento e da linguagem, centralizam a problemática da complexidade.

As atividades do IDEA estão programadas de modo a realizarem, num registro multi e transdisciplinar, as funções essenciais da Universidade, concebida como instituição do saber e fazer: aprender, produzir e ensinar. Constitui-se de um grupo heterogêneo de especialistas em áreas distintas, que se reúnem para trabalhar em conjunto temas aglutinadores, nem sempre do conhecimento de todos. A partir dos estudos o IDEA elabora atividades (cursos, seminários e publicações) que pretendem divulgar os conhecimentos apreendidos e produzidos.

Objetivos
Grupo de pesquisa transdisciplinar que tem como alvo questões ligadas à cultura contemporânea e as transformações da modernidade para a atualidade. Trabalha tanto na pós-graduação quanto na graduação da ECO além de contar com a participação de bolsistas de outros departamentos.

Linhas de pesquisa
- História dos sistemas de pensamentos;
- Paradigmas e modelos;
- Verdade e ação;
- Sujeito, tempo e linguagem nos fundamentos da comunicação;
- Teoria da modernidade.

Coordenador
Marcio Tavares d' Amaral - marcio.damaral@terra.com.br

Pesquisadores
Paulo Vaz - paulorgvaz@uol.com.br
Henrique Antoun
Mauricio Lissovsky
Fernando Fragozo
Fernanda Bruno
Rosa Maria Leite Ribeiro Pedro
Luiz Alberto Resende de Oliveira
Ricardo Manuel dos Santos Henriques

Contato: 3873-5072

LECC - Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária
 

O Laboratório de Estudos em Comunicação Comunitária (LECC) designa um grupo de professores e alunos de Graduação e Pós-Graduação da Escola de Comunicação da UFRJ, voltados para a experimentação pedagógica e a pesquisa da comunicação articulada aos modos de comunidade e de solidariedade que não se acham inteiramente abrangidos pelo que contemporaneamente se entende como sociedade.

A diferença impõe-se na diversidade das ordens de modelização do organismo social:

-A modelização societária é a sociedade liberal moderna com seus aparelhos de Estado e uma infraestrutura institucional de mediação política e negociação pública, a que se pode dar o nome de sociedade civil. Nela se concentram todas as instituições e representações vinculadas ao poder de Estado e à organização da produção, destinadas a normalizar os indivíduos e produzir hegemonia, isto é, dominação por consenso.

-A outra modelização é consentânea a formações humanas que, embora sob a égide jurídica dos dispositivos societários, situam-se à margem da centralidade produtiva da economia moderna, da produção de bens, desejos e identidades socialmente valorizáveis. Pode-se chamá-la de modelização comunitária, para destacá-la da dialética institucional das forças sociais que lastreiam o poder de Estado.

Comunitário não é, no caso, um adjetivo absoluto, já que outros tipos de designação (relações sociais de encadeamento, primárias, etc.) podem ser avocados para as exceções ao domínio societário. Mas se reserva ao termo, aqui, o sentido de uma modelização de sociabilidade caracterizada por uma forte dinâmica de identificação, diferenciação e aproximação –– portanto, por um sentimento de identidade grupal –– que pode até mesmo prescindir de território físico, mas que normalmente se reconhece pelas marcas enunciativas de lugar.

Lugar, em vez de local : « O lugar tem a cara de gente, revelando distintas arenas de demandas, de conflitos, de reivindicações por melhoria e qualidade de vida. Denso, o lugar é a vida das pessoas em espaço e tempo que, dependendo das circunstâncias, pode ser o bairro, o município ou a região. O lugar é, sem dúvida alguma, onde se enraízam as experiências, as táticas, os métodos e as práticas simples que formam uma biblioteca invisível de soluções para a redução da pobreza.

Precisamos aprender a substituir o « local » por « lugar ». O lugar remete à noção de territorialidade que não é sinônimo de estado ou de município e freqüentemente está relacionada aos espaços intermediários ; de um lado, intermunicipal ; de outro, intramunicipal » (Cf. Ilka Camarotti e Peter Spink in Que País é Este ? Ed. Cortez).

Os espaços intermediários costumam ser também os das mediações socioculturais, de natureza comunitária. Há problemas teóricos e políticos na idéia de comunidade. Mas aqui se entende, antes de mais nada, que o munus de communis ou communitas é a obrigação radical que se tem para com o outro. É o imposto originário a pagar.

Comunidade é, assim, o conceito da originariedade do dar e receber, da troca simbólica, do identificar e diferenciar-se. Quando se diz que a modernidade extinguiu a comunidade, está-se dizendo, na verdade, que na modernidade só existe a troca monetária, colocada sob a égide de um mercado absoluto.

Sob o influxo do capitalismo mercantilista, a modernidade acabou por rejeitar a comunidade. O processo civilizatório da modernidade ocidental repôs os conflitos inerentes à vida comunitária numa sociabilidade caracterizada pela separação dos indivíduos e regida por laços jurídicos.

O fato societário é exatamente este: indivíduos autônomos e isolados, mas juridicamente relacionados. A sociedade tem mais a ver com immunitas do que com communitas. Isto não quer dizer, entretanto, que desapareça o vínculo comunitário. Ele permanece manifesto e latente nas relações de família, de vizinhança, mas também em toda e qualquer formação humana que explicite a sua dinâmica de identificação e diferenciação.

Na sociedade liberal clássica, o fato comunitário era controlado principalmente pela sociedade civil, que Hegel entendia como o conjunto das instituições capitalistas para a organização do trabalho. Nela, destaca-se o papel sociabilizante e educativo do trabalho. Na contemporaneidade, emergem outros dispositivos de neutralização das tensões comunitárias, realçando a produção de desejos, identidades e necessidades.

O principal deles é a mídia, que se constitui como uma nova forma de vida, um novo bios, uma esfera existencial inteiramente regida pela economia monetária. Esta forma contemporânea, apesar de simular a naturalidade do mundo, afasta-se cada vez das condições concretas ou real-históricas de existência, movendo-se portanto numa esfera cada vez mais abstrata com relação ao trabalho e às formas concretas de existência.

A mídia ou a intersubjetividade comunicacional é uma espécie de fala de uma divindade chamada mercado, que não mais pode ser entendida apenas como um lugar técnico para compra e venda de mercadorias e circulação de dinheiro, mas como um lugar que vetoriza as relações sociais, no instante histórico em que se enfraquecem ou fenecem a clássica sociedade política e a sociedade civil, pelo menos nos moldes descritos por Hegel.

Frente a este quadro, o LECC propõe-se a :

(1) Estudar textos essenciais sobre mídia, mediações socioculturais, princípios da sociabilidade no mundo ocidental e em outras formações civilizatórias.

(2) Pesquisar a diversidade cultural e comunicacional, entendida como outra possibilidade de realizar a troca e a interação social, em busca de formas de autonomia social (desenvolvimento sustentável) e de novos padrões de sociabilidade (capital social).

(3) Incrementar as pesquisas em comunicação comunitária tanto em nível de Graduação quanto na Pós-Graduação.

(4) Dar continuidade a programas de formação prática de repórteres e radialistas vinculados a rádios comunitárias.

 

Coordenação:
Raquel Paiva - paivaraquel@hotmail.com

Vice-coordenação:
Patrícia Saldanha patsaldanha@ig.com.br

Pesquisadores:
André Esteves
Christiano Henriques Ribeiro dos Santos
Eduardo Coutinho - edugraco8@gmail.com
Fernanda Pereira Ferreira - fernandapereiraferreira@gmail.com
Gabriela de Resende Nóra Pacheco
Jairo Santiago
João Paulo Malerba
Marcelo Monterio Gabbay
Márcio Guerra
Mohammed El Hajji - mohahajji@gmail.com
Muniz Sodré -sodremuniz@hotmail.com
Nemézio Amaral Filho
Pablo Laignier
Vitor Iório

Bolsistas de Iniciação Científica:
Alessandra Coutinho
Gabriel Domingues
Jean Souza
Leonardo Jordão
Michel Schettert
Nathália Ronfini

Contato: 3873-5078

   

NEPCOM - Núcleo de Estudos e Projetos em Comunicação
 

O Núcleo de Estudos e Projetos em Comunicação (NEPCOM) é um centro de pesquisa vinculado à Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Criado em 1992, o NEPCOM vem desenvolvendo atividades de pesquisa, documentação e assessoria no campo da comunicação e da cultura contemporânea.

Através de projetos transdisciplinares, o núcleo busca estabelecer uma rede nacional e internacional de pesquisadores, na tentativa de dinamizar a discussão acadêmica e cultural sobre novas perspectivas na área de estudos comunicacionais. O núcleo desenvolve também atividades de pesquisa que visam subsidiar políticas culturais e de desenvolvimento implementadas por órgãos e instituições públicas. As atividades de documentação e pesquisa promovidas pelo núcleo vêm proporcionando uma integração mais efetiva entre a graduação e a pós-graduação e contribuindo para a formação de um quadro de pesquisadores no campo da comunicação e da crítica da cultura.  

Áreas de atuação

Desenvolvimento de linhas e projetos de pesquisa em torno da temática da comunicação no contexto das culturas contemporâneas. O mapeamento da especificidade dos diversos temas e espaços ali compreendidos nos remete ao desafio de avaliar a crise e a diversidade das experiências modernas no mundo atual. A problemática da dinâmica cultural, especialmente dos espaços urbanos contemporâneos, vem adquirindo considerável importância, na medida em que esses cenários criam ambientes de convivência, experimentações culturais e modalidades econômicas que ultrapassam as demarcações de fronteiras nacionais.

Áreas de interesse

Comunicação, Espetáculo e Indústria do Entretenimento
Repensar o papel e a dinâmica do espetáculo e da indústria do entretenimento na sociedade contemporânea: seus reflexos sobre organização da vida social. Desenvolvimento de estudos de Comunicação & Cultura (Cultura da Mídia) e de Comunicação & Indústria do Entretenimento – subsídios para a elaboração de novas políticas públicas e para a construção do Desenvolvimento Local Sustentável no mundo globalizado.

Comunicação e Experiência Urbana
Repensar a comunicação e os processos sociais e/ou subjetivos desenvolvidos no espaço urbano no mundo atual. Desenvolvimento de estudos que privilegiam especialmente a análise dos seguintes temas: as novas formas de sociabilidade; as expressões culturais e políticas; os processos de construção identitária e de consumo; os processos de exclusão social e/ou produção criativa.

Comunicação e Culturas Juvenis
Análise das novas configurações de subjetividade e sociabilidade juvenil na vida on-line e off-line. O circuito de produção e consumo midiático das subculturas, cenas e tribos. Destaque para os estudos das seguintes temáticas: práticas dos fãs; representações dos adolescentes e jovens na mídia; juventude, poder e resistência: ativismo digital e intervenções urbanas; dinâmica dos circuitos e do mercado do audiovisual e seus reflexos sobre a construção do cotidiano dos atores sociais.

Comunicação, Poder e Cidadania
Estudo das relações sociais que articulam o sistema produtivo – baseado nas lógicas de mercado – ao sistema político: implicações sobre a diversidade da oferta e o acesso à comunicação como elemento constituinte da cidadania. Análise da dinâmica envolvendo as organizações de comunicação (ênfase na articulação entre produtores, reguladores, empresários e consumidores); as mudanças (e as continuidades) social-históricas que vêm ocorrendo nas últimas décadas no sistema produtivo e as várias formas de controle dos atores sociais e instituições.

Comunicação, História e Memória
História da comunicação e, em especial, da imprensa e da televisão no Brasil. Pesquisa sobre os processos comunicativos e suas relações com os sistemas sociais: o econômico, o político e o cultural. Ênfase na análise dos seguintes aspectos: a dinâmica de funcionamento das empresas de comunicação; as representações e as práticas discursivas; os gêneros narrativos (jornalismo, dramaturgia e entretenimento); o jornalismo como prática social e a identidade do profissional de imprensa. Reflexão sobre as relações entre mídia e memória: a valorização do passado no contexto da contemporaneidade.

Coordenação:
Micael Herschmann - micaelmh@globo.com
Vice-coordenação:
João Freire Filho
Pesquisadores:
Ana Paula Goulart Ribeiro - apgoulart@terra.com.br
Suzy dos Santos - suzysantos@gmail.com
Beatriz Jaguaribe

Contato: 3873-5050 

N-IMAGEM - Núcleo de Tecnologia da Imagem
 

O N-IMAGEM (Núcleo de Tecnologia da Imagem) reúne, desde 1991, na Escola de Comunicação da UFRJ, pesquisadores que pensam e que criam imagem. Entre experiência e teoria, o N-IMAGEM trama, por meio da história dos dispositivos, das novas configurações do sujeito, da estética da arte interativa e da morfogênese da imagem, uma rede epistemológica que articula estética, técnica e percepção cognitiva, na qual categorias de tempo, espaço e sujeito se entrelaçam a novos conceitos, fundamentais para o entendimento da cultura contemporânea: a imagem técnica, as narrativas digitais, a simulação, a multimídia, a hipermídia, os sistemas dinâmicos de visualização, a realidade virtual, o ciberespaço.

Compreender as tecnologias da imagem como formas inéditas de hibridação de campos diferenciados de saber, permite a interação de pesquisadores multidisciplinares que procuram redimensionar o estudo da comunicação. O programa de atividades do N-IMAGEM compreende, além das pesquisas, cursos, seminários e conferências com teóricos e artistas brasileiros e estrangeiros, publicações e produção audiovisual e multimídia. Os objetivos propostos pelo N-IMAGEM são:

- criar um espaço de investigação teórico-prático de caráter transdisciplinar, que favoreça a elaboração de novas formas de criação, produção e pensamento da imagem;
- analisar as alterações provocadas pelas imagens, em particular aquelas produzidas pelas tecnologias avançadas, sobre os paradigmas culturais;
- problematizar o papel da imagem no exercício do pensamento.

Linhas de Pesquisa

Comunicação e novas mídias
A chamada nova mídia é fruto da atual convergência das artes plásticas, da arte eletrônica interativa e das mídias audiovisuais. A nova mídia nos leva a repensar as artes visuais, a imagem técnica e o audiovisual através de uma nova vontade de arte e de comunicação.

Comunicação e tecnologias da imagem
Estudo das transformações do campo comunicacional diante da emergência
das novas tecnologias da imagem: narrativas e poéticas digitais, sistemas de visualização, redes de tele-presença, tecnologias cognitivas e cultura digital.

Coordenadora
Kátia Maciel

Pesquisadores
André Parente
Antônio Fatorelli - afatorelli@terra.com.br
Rogério Luz
Carlos Augusto Nóbrega
Ricardo Basbaum

Pesquisadores Associados
Luiz Velho
Rogerio Câmara
Nina Velasco e Cruz

Site: http://www.eco.ufrj.br/n-imagem

PACC - Programa Avançado de Cultura Contemporânea
 

Criado em 1994, é um programa de ensino, pesquisa e documentação vinculado ao Forum de Ciência e Cultura - FCC / UFRJ. Abriga contribuições interdisciplinares produzidas nos centros de pesquisa da UFRJ e de outras entidades acadêmicas e culturais e organizações da sociedade civil, no país e no exterior.

A influência da mídia, a expansão das redes eletrônicas de informação, a interferência da lógica do mercado sobre a produção cultural tornam mais urgente a reflexão sobre as transformações globais em curso e seu impacto sobre as sociedades em desenvolvimento. Questões como cidadania, exclusão e as novas dinâmicas da desigualdade nessas sociedades impõem-se como objetos de estudo prioritários.

O PACC, que se organiza como um ambiente de troca e convivência acadêmica, abriga pesquisadores permanentes e associados, um Programa de Pós-Doutorado em Estudos Culturais, um Programa de artista/escritor residente e a Coordenação Interdisciplinar de Estudos Culturais (CIEC/ECo/UFRJ), além de um acervo de documentação.

As principais linhas de trabalho do PACC são: globalização, identidade e cultura; novas tecnologias, políticas de informação e produção de conhecimento; políticas culturais e relações internacionais.

O PACC organiza regularmente o Seminário Permanente de Cultura Contemporânea oferecido a alunos de cursos de mestrado e doutorado em Comunicação, Letras, História, Arquitetura, Artes e de outras áreas afins. O Seminário aceita ainda alunos de graduação mediante seleção prévia.

O PACC implementa pólos de informação e referência, cursos, pesquisas, laboratórios, documentação e eventos no âmbito da internet. Temos Bibliotecas Virtuais Temáticas - Estudos Culturais, Literatura, Artes Cênicas - e um núcleo editorial que publica o Informativo O Dragão Cultural e a Revista Z.

Coordenadora
Heloísa Buarque de Hollanda - hollanda@centroin.com.br

Contato: 3873-5150 ou 3873-5156