Prof. Henrique Antoun

PERFIL - PROJETO DE PESQUISA - PUBLICAÇÕES PARA DOWNLOAD - CURRÍCULO LATTES

Perfil

Henrique Antoun é Doutor em Comunicação pela ECO/UFRJ e Pesquisador do Grupo CIBERIDEA - Núcleo de pesquisa em tecnologia, cultura e subjetividade.

Coordena o Projeto de Pesquisa Mediação e Mobilidade: Comunidades virtuais, dispositivos móveis de comunicação e o futuro da democracia na cibercultura (SIGMA, 9320) cujo tema é o papel das comunidades virtuais e as novas formas de organização dos movimentos sociais, em sua correlação com a estrutura da Internet, para as práticas democráticas; na medida em que esta estrutura está na base das mudanças nas formas de organização dos movimentos sociais possibilitando a emergência de uma multidão inteligente.



PUBLICAÇÕES IMPRESSAS:
O Poder da Comunicação e o Jogo das Parcerias na Cibercultura, In: Anais do XIII Encontro Anual da COMPÓS, São Bernardo, SP: COMPÓS/UMESP.
Livro do XI Compós: estudos de comunicação, ensaios de complexidade, Porto Alegre: Sulina.

PUBLICACOES DIGITAIS:
WebLog pessoal: http://www.pos.eco.ufrj.br/modules.php?name=Journal

A arma do ativismo na Internet
Para acabar com o privilégio do produto
A Conquista da Imanência.
A Insustentável Leviandade do Ser.
Nietzsche: o tempo e a têmpera.
Nas teias da Globalização.
O Pensamento Transindividual: Afetos, perceptos e conceptos que determinam o cybertempo.
Por uma Ciência da Arte.
Não somos Liberais Ainda.
Individuação e Princípio em Heidegger e na Filosofia da Diferença.
Ética e Estética na Modernidade.
As Dobras do Poder.
As Aspas e as Raspas em Nietzsche e Benjamin.


Localização:

RJ, Brasil

Endereço de email:

henrique.antoun@eco.ufrj.br

Projeto de Pesquisa: Mobilidade e Mediação: o problema da governabilidade democrática na cibercultura.
 

O projeto, "Mobilidade e Mediação: O problema da governabilidade democrática na cibercultura", dá continuidade para as pesquisas e artigos que desenvolvo nos últimos cinco anos. A questão é analisar as perturbações trazidas para a prática democrática através das transformações na mediação propiciada pela mobilidade das redes. Partindo das perspectivas tanto do crescimento do ativismo dos grupos na sociedade; quanto do dominante uso instrumental da informação filtrada, como características atuais da cibercultura, este projeto vai examinar o estranho paradoxo que parece opor o poder da informação ao poder da comunicação nas praticas sociais. Enquanto, por um lado, o poder da informação constituiria o campo dos bancos e minas de dados, da propriedade intelectual, da venda de serviços e espetáculos através da rede tecnológica; o poder da comunicação, por outro lado, investiria e ampliaria o campo da partilha de conhecimentos e bens, da criação de valores, da resolução dos dilemas da ação coletiva e da geração de mercados e bens comuns. Deste modo a informação exprimiria o poder da propriedade e da exploração do capital social como uma potência da cooperação; enquanto a comunicação exprimiria o poder de valoração e organização autônomas do trabalho como uma potência da parceria. Para examinar melhor este paradoxo vamos considerar quatro blocos de problemas, relevando as questões da relação entre a mediação e a mobilidade nas formações de base da cibercultura para a sociedade; a saber, as comunidades virtuais e as redes de parceria. Em primeiro lugar o problema da integração e da dissolução da ordem social a partir da entrada em cena da virtualidade na formação das comunidades, com sua oscilação entre a cristalização e o movimento. Em segundo, o problema do estrutural e do ocasional na organização da sociedade, com a emergência da importância das formações em redes que oscilam sem cessar entre a hierarquia e a anarquia. Em terceiro, o problema do valor da cooperação e do conflito para a governabilidade democrática a partir da emancipação das organizações em rede que não geram teias de cooperação sem, ao mesmo tempo, constituir redes de confronto. Por último, o problema do necessário e do contingente para a ordenação social, a partir da disseminação das redes autônomas de produção e troca, onde a competição é indissociável da colaboração e a disputa se alia à partilha. A estas considerações iniciais vamos acrescentar uma avaliação das transformações qualitativas introduzidas pela virtualidade nas noções de "coisa" e de "lugar" que ganham com isso mobilidade de forma a afetar o modo de conceber a "propriedade" e a "comunidade." Vamos avaliar também a mudança qualitativa trazida pela mobilidade para a noção de "agente" e "ação" que recebem deste modo dons virtuais de forma a afetar o modo de conceber o "sujeito" e a "causalidade." Pontuar a avaliação dos conceitos de "comunidade virtual," "rede de parceria" e "mediação" com estes "lugares," "coisas," "agentes" e "ações" problematizados pela virtualidade e a mobilidade é a estratégia que vai nos permitir aliar a pesquisa teórica conceitual com a análise empírica do uso e do funcionamento das interfaces de impacto. Deste modo pode ser feita uma arqueologia e uma genealogia da rede interativa de comunicação distribuída.

Publicações para Download
 

Para acabar com o privilégio do produto
A Conquista da Imanência.
A Insustentável Leviandade do Ser.
Nietzsche: o tempo e a têmpera.
Nas teias da Globalização.
O Pensamento Transindividual: Afetos, perceptos e conceptos que determinam o cybertempo.
Por uma Ciência da Arte.
Não somos Liberais Ainda.
Ética e Estética na Modernidade.
As Dobras do Poder.
As Aspas e as Raspas em Nietzsche e Benjamin.